quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Campanha: "Eu Vou Casar Virgem"


Uma campanha que propõe aos jovens a virgindade até o casamento está chamando a atenção no Twitter. O pastor de jovens e cantor Felippe Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha (MG), lançou #EuVouCasarVirgem, que ganhou o apoio de centenas de jovens no microblog.

Felippe afirma ter se casado virgem com a também pastora e cantora gospel Mariana Valadão. "Eu me casei virgem, foi muito difícil, mas nunca tive vergonha. Eu sabia que Deus iria me honrar, hoje tenho um casamento maravilhoso", escreveu o cantor no Twitter. Aos que já não são mais virgens, ele fala sobre consagração e afirma que não é tarde para recomeçar.

A campanha é uma novidade no Twitter, mas antes muitas celebridades já defendiam essa postura, como o jogador de futebol Kaká, que declarou que se casou virgem; os meninos dos Jonas Brothers, que inclusive usam anéis de castidade e até mesmo o ídolo teen do momento, o cantor Justin Bieber, 16, que não usa anel, mas garante que pretende o momento certo.

Só depois do casamento

Fieis da Igreja Batista Filadélfia, no bairro Consolação, em Vitória, o casal Rafaella Farias, 22, e Guilherme Gavazza, 23, resolveram se guardar para a noite de núpcias. O casamento está marcado para agosto do ano que vem. "Eu já pensava de forma diferente das minhas amigas antes de frequentar a igreja. Quando não há sexo, o casal tem oportunidade de se conhecer melhor", conta Rafaella.

O noivo Guilherme admite que não é fácil, mas defende que vale a pena. "Evitamos ficar sozinhos por muito tempo e costumamos sair sempre com os amigos, mas namoro não é só beijo e abraço. Precisa existir muita comunicação", diz o jovem, fiel da igreja desde os 18.

O apóstolo da Igreja Batista Filadélfia, Ozenir Correia, lembra de outro movimento que prega a abstinência sexual antes do casamento, o Anel de Prata. "Surgiu nos Estados Unidos e, há dois anos, é amplamente divulgado no Estado. Essas iniciativas só reforçam a orientação que damos aos jovens", afirma.

Eles não pensam só em namorar

Além de se manterem firmes no propósito de se casarem virgens, há jovens que também optaram por namorar só depois de completar 18 anos. Esse é o caso de Amanda Suave Silva, 14 anos. Ela diz que na escola os colegas falam muito de sexo, mas ela prefere se afastar. "Duas meninas da minha sala, com 14 anos, ficaram grávidas. Não quero isso para mim. Meus colegas de escola falam de sexo o tempo todo, mas decidi não ser igual a todo mundo", diz a adolescente.

Seu irmão, Wilbert Suave Silva, já tem 18 anos, mas ainda não pensa em se amarrar. "No passado, gostei muito de uma menina, mas vi que não era a hora de namorar. Acredito que o namoro quebra a adolescência. Vejo namorados na escola muito amarrados, que acabam se isolando, além de passarem por problemas que não deveriam enfrentar ainda", conta Wilbert, que é alvo constante de brincadeiras na escola.

Já Julielly Silva, 20, foi criada desde pequena na igreja e, por isso, diz que não sofre tanta pressão dos amigos. "Todos, tanto na época da escola quanto agora na faculdade, me respeitam. Escuto algumas brincadeiras bobas, mas não fico chateada, eu já esperava por isso. Não existe uma pessoa perfeita, mas dizemos muito que estamos à procura de um príncipe e de uma princesa encantada. Estou determinada a esperar", afirma a estudante.

"Nós fomos nos descobrindo juntos"

Eles se casaram virgens e não se arrependeram. Diego Alberto, 22, e Ana Paula Correia, 22, estão juntos há quase dois anos e já esperam um herdeiro, que se chamará Calebe. Grávida de seis meses, a jovem diz que sofreu com o preconceito. "Ouvi dos outros que eu tinha casado porque estava grávida ou por pressão dos meus pais", afirma Ana Paula.

Diego também sofreu pressão dos tios, principalmente aos 15 anos. "Eles quiseram impor o teste da masculinidade e fizeram vários convites. Foi difícil, mas eu soube lidar com isso". Sobre o fato de ter planejado a perda da virgindade, Ana Paula confessa. "Deu um frio na barriga antes do casamento, mas conversei com meus pais e amigas casadas. Nós fomos nos descobrindo juntos", conta.

Deu no Twitter

Veja algumas manifestações dos jovens que aderiram à campanha:

"Não ceda a pressão da sociedade, muito menos do seu namorado (a)"
"Sexo seguro existe e se chama Casamento!"
"Antes ser careta do que apoiar a inversão de valores desse mundo"
"Não porque tenho medo da minha 1ª vez, é porque sei que se eu esperar, todo meu casamento será abençoado!"
"Jovem, seja forte, renuncie suas vontades"
"Não abra mão da sua promessa, quem ama espera, não tenha pressa"
"Já estou noivo! O que custa espera mais um pouco?”


Fonte: Jovem X/Gazeta Online

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Dizer não!


Saiba como dizer ‘não’, tirei esse texto do site da igreja bíblica batista, muito bom:

Ajude seus filhos a compreender e a aceitar limites.
Eu odeio dizer “não” aos meus filhos. Não gosto de ser a desagradável voz da razão e temo o início de uma batalha.

Acho que não sou a única. Nossas razões podem variar, mas poucos pais gostam de se opor a seus filhos ou negar-lhes seus desejos. Uma vez ouvi um conhecido professor da Bíblia dizer em uma palestra que se opunha ao legalismo e a regras opressoras: “De fato, minha esposa e eu determinamos que nunca vamos dizer ‘não’ a nossas filhas, a menos que seja absolutamente necessário”. Parecia um bom plano, mas quando eu o apliquei mentalmente à nossa família, não obtive o efeito esperado. Havia muitas vezes em que o “não” parecia absolutamente necessário.

Às vezes eu achava que tínhamos que ter sido mais durões quando nossos três filhos eram pequenos. Mas agora que eles são adolescentes, tivemos que traçar limites para um grande número de novos assuntos – mídia, namoro, amigos, horários; só para citar alguns.

Um pastor amigo nosso me disse recentemente que a música se tornou um assunto de discussões muito acaloradas na sua casa, mas que enfim levou a uma discussão madura em família. Quando as opiniões foram expressas e as diretrizes estabelecidas, ele conta, “houve raiva e lágrimas”.

Embora seja difícil dizer “não” para meus filhos, sei que muitas vezes é o modo bíblico de educá-los. Hebreus 12:11 diz que quando somos corrigidos, isso no momento nos parece motivo de tristeza e não de alegria. Porém, mais tarde, os que foram corrigidos recebem como recompensa uma vida correta e de paz. O “mais tarde” é a razão pela qual meu marido e eu não consideramos o “não” como um pronunciamento inteiramente negativo.

Ouça primeiro, negue depois - Há muitos anos, eu estava conversando com um amigo do lado de fora da igreja quando, de repente, meu filho pequeno começou a correr em direção à rua.

“Jamie!” Eu o chamei em tom de urgência. Imediatamente ele mudou o curso. Nosso pastor viu a resposta do meu filho ao chamado e disse: “As crianças precisam aprender a obedecer imediatamente, como ele fez, porque numa situação de vida ou morte, não há tempo para explicar.”

Quando meus filhos eram pequenos, o “não” era curto, firme e inegociável. Ele era colocado facilmente e, como meu pastor notou, apenas a explicação ou a justificativa mais básica eram necessárias. Mas conforme eles ficaram mais velhos, o modo como dizemos “não” tem mudado. Dificilmente ele é dado do mesmo jeito duro que falei com Jamie naquele domingo.

Certamente sou tentada a responder desse jeito com muito mais freqüência do que o faço. Mas quando um filho me traz uma crítica cristã sobre o mais recente filme secular e pergunta, “Mãe, você pode ler isto e ver se eu posso ir?”, ou outro diz, “Mãe, quero lhe perguntar algo, e quero que não diga nada até que eu tenha terminado”, eu tento engolir a resposta pronta nos meus lábios. Seus pedidos normalmente são razoáveis, então preciso ouvi-los para que o meu “não” – se esta for a resposta – venha, não com irritação, egoísmo ou de uma mente teimosa e fechada, mas de um desejo verdadeiro de proteger meus filhos.

Flexível, porém firme - Meu filho mais novo adora TV a cabo. “Se tivéssemos TV a cabo, eu poderia assistir a todas as corridas da NASCAR, não apenas as que passam nos canais abertos”, ele lamenta. Mas o cabo continua desconectado porque, pelo menos na nossa vizinhança, esta conexão também incluiria programas bem menos desejáveis.

“Posso entrar no MSN mais tarde hoje? Ninguém está lá tão cedo”, outro filho costumava pedir. Mas já tivemos problemas o suficiente com material questionável na internet, e meu marido e eu nos convencemos da necessidade da restrição de horário.

Descobrimos que precisamos mudar de marcha periodicamente nestes assuntos. Uma vez usamos um software que filtra material indesejável, mas agora usamos um programa que grava e classifica a atividade da internet para avaliação de terceiros (neste caso, dos pais). Sentimo-nos à vontade dando aos nossos filhos um pouco mais de responsabilidade pelo que eles fazem no computador, e tendo conhecimento de que estaremos verificando de vez em quando. O mesmo se dá para nossas regras sobre namoro e horários: nós seremos firmes, com a promessa de sermos flexíveis conforme crescerem e mostrarem que podemos confiar a eles maiores responsabilidades.

Meus filhos protestam contra os limites? Às vezes. Mas deixá-los soltos na internet ou na TV é o equivalente a acenar para o pequeno Jamie enquanto ele andava em direção à rua movimentada e dizer: “Cuidado, querido. Já vou parar de conversar e ver o que você está fazendo.”

Algum dia eles estarão soltos no trânsito da vida moderna. E queremos que eles saibam como se proteger e como proteger aqueles a quem amam, mesmo quando não gostarem.

A quem prestamos contas - “Mãe, a censura é de 13 anos. Eu tenho 14. Os meus amigos riem de mim porque não posso ir.” Na mente do meu filho, as classificações, filtros e outras “diretrizes” da mídia são perfeitamente confiáveis. Mas depois de alugar um ou dois filmes liberados para 13 anos, tornou-se dolorosamente óbvio para mim que o sistema de classificação da indústria não é confiável para ser nossa fonte de autoridade a respeito de um conteúdo aceitável. O que nossa cultura considera aceitável para um menino de 13 anos é muito diferente do que queremos que nossos adolescentes vejam. Na verdade, mesmo outras famílias cristãs têm padrões que variam muito nesta área.

Depois de um longo período de conflito, foi um momento divisor de águas quando (como o da família daquele pastor) acabamos sentando no nosso quarto e discutindo os vários elementos negativos dos filmes e estabelecendo onde e por que os limites seriam respeitados.

Isto foi há mais de um ano. Recentemente, encontrei nossas diretrizes escritas dentro de uma gaveta e as reli. Temos seguido-as de perto. Elas não resolveram tudo, mas nos impediram de reacender discussões sobre os mesmos assuntos.

Algumas vezes as circunstâncias nos pressionam a avaliar nossa posição. Algumas vezes os argumentos de nossos filhos ameaçam desgastar nossa resolução. Mas o apóstolo Paulo escreveu. “Não se amoldem ao padrão deste mundo” (Romanos 12.2). Não devemos deixar o mundo pensar – e cuidar dos filhos – por nós.

Não acontece com freqüência, mas já fui desafiada ao ponto de dizer “Não, e não. Seria mais fácil dizer sim, mas realmente não pode ser dessa forma. Um dia terei que responder a Deus pelas minhas decisões, e não acho que é isso que Ele quer”.

A Palavra de Deus diz: “Assim, cada um de nós prestará contas de si mesmo a Deus” (Romanos 14.12). Quero que meus filhos aprendam que restrições baseadas na vontade de Deus não são baseadas na opinião ou preferência dos pais. Elas são derivadas da aplicação da Palavra de Deus através do Espírito Santo para as vidas de nossos filhos da melhor maneira que possamos compreender. Elas nascem de nossas orações e meditações, e de ouvir a voz de Deus.

Na minha cômoda há uma ficha de arquivo, já gasta, lembrança de uma temporada de conflito em nossa família. Quando eu estava sobrecarregada com os confrontos regulares com filhos irados e determinados a me vencer, estes versos me deram tremendo conforto:

“‘Não fique aterrorizado por causa deles, senão eu o aterrorizarei diante deles. E eu hoje faço de você uma cidade fortificada, uma coluna de ferro e um muro de bronze. (...) Eles lutarão contra você, mas não o vencerão, pois eu estou com você e o protegerei’, diz o Senhor”(Jeremias 1.17-19).

Dizem que os pais que amam um ao outro dão a seus filhos senso de segurança e um padrão salutar para o futuro. Certamente isto é verdade. Mas a consciência de que os pais estão agindo debaixo da autoridade maior de um Deus amoroso e protetor, realmente completa o quadro.


Sandy Mayle é mãe de três rapazes adolescentes e mora em Erie, Pensilvânia, Estados Unidos.
http://www.ccs.saude.gov.br/revolta/cinema2.html, filme sobre a revolta da vacina!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Alguns estão totalmente fora da Palavra de Deus!

Uma sobrevivente da visão celular de Rene Terra Nova conta TUDO!

Roselaine Perez


Eu tive que digerir depressa demais o amontoado de quesitos que a Visão Celular possuía, parecia que tinha mudado de planeta e precisava aprender o novo dialeto local, e urgente, para conseguir me adaptar.
Ganhar / consolidar / discipular / enviar, almas / células/ famílias, Peniel, Iaweh Shamá, honra, conquista, ser modelo, unção apostólica, atos proféticos, mãe de multidões, pai de multidões, conquista da nação, mover celular, riquezas, nobreza, encontro, reencontro, encontros de níveis, resgatão, Israel, festas bíblicas, atos proféticos, congressos, redes, evento de colheita, prosperidade, recompensa, multidão, confronto, primeira geração dos 12, segunda geração dos 12, toque do shofar, cobertura espiritual, resultado, resultado, resultado, etc...

Era início do ano de 2002 quando fomos a Manaus, eu e meu marido, para recebermos legitimidade, enquanto segunda geração dos 12 do Apóstolo Renê Terra Nova no estado de São Paulo.As exigências eram muitas e muito caras:
  • Compra do boton sacerdotal num valor absurdo.

  • Hospedagem obrigatória no Tropical Manaus, luxuoso resort ecológico, às margens do Rio Negro, não um dos mais caros, mas “O” mais caro de Manaus (conheci Pastores que venderam as calças para pagar 2 diárias no tal resort e outros que deixaram a família sem alimentos para entrar na fila dos zumbis apostólicos, num Thriller nada profético).
  • Trajes de gala Hollywoodianos.
  • Participação obrigatória num jantar caro da preula após a cerimônia, tendo como ilustre batedor de bóia nada menos que o Apóstolo Renê e seus cupinchas.
  • Tudo isso para ter a suprema dádiva de receber a imposição de mãos do homem, com direito a empurradinha na oração de legitimação e tudo ( uhuu!).

Nem mesmo em festa de socialite se vê exageros tão grandes em termos de exibição de jóias, carros, roupas de grife e todo tipo de ostentação escandalosa.
Hoje, sem a cachaça da massificação na cabeça, sinto vergonha e fico imaginando como Jesus seria tratado no meio daquela pastorada.
Ele chegaria com sandálias de couro, roupa comum, jeito simples, não lhe chamariam para ser honrado, nem tampouco perguntariam quem é o dono da cobertura dele , pois deduziriam que certamente dali ele não era.
Estive envolvida até a cabeça – porém não até a alma – na Visão Celular durante quase 5 anos, em todas as menores exigências fui a melhor e na inspiração do que disse Paulo "...segundo a justiça que há na lei dos Terra Nova, irrepreensível."

Entreguei submissão cega às sempre inquestionáveis colocações e desafios do líder, sob pena de ser rebelde e fui emburrecendo espiritualmente.
Me pergunto sempre por que entrei nisso tudo e depois que este artigo terminar talvez você me pergunte o mesmo, mas minha resposta tem sempre as mesmas certezas:
--> Todos nós precisamos amadurecer e, enquanto isso não acontece, muitas propostas vêm de encontro às fraquezas que possuímos e que ainda não foram resolvidas dentro de nós.
A partir da minha experiência pude enxergar as três principais molas propulsoras que fazem funcionar toda essa engrenagem:
1) A lavagem cerebral
A definição mais simples para lavagem cerebral é “conjunto de técnicas que levam ao controle da mente; doutrinação em massa”.
Em todas as etapas da Visão Celular se pode ver nitidamente vários mecanismos de indução, meios de trabalhar fortemente as emoções onde o resultado progressivo desta condição mental é prejudicar o julgamento e aumentar a sugestibilidade.
Os métodos coercivos de convencimento, os treinamentos intensos e cansativos que minam a autonomia do indivíduo, os discursos inflamados, as músicas repetitivas e a oratória cuidadosamente persuasiva são recursos que hoje reconheço como técnicas de lavagem cerebral, onde há mudanças comportamentais gradativas e por vezes irreversíveis.
2) Grandezas diretamente proporcionais
O Silvio Santos manauara é uma incógnita.Se em por um lado ele é duro e autoritário, noutro ele é engraçado, carismático e charmoso. Num dos Congressos em Manaus, me levantei da cadeira para tirar uma foto dele, que imediatamente parou a ministração e me chamou lá na frente. Atravessei o enorme salão com o rosto queimando, certa de que iria passar a maior vergonha de toda a minha vida, que o “ralo” seria na presença de milhares de pessoas e até televisionado.Quando me aproximei não sabia se o chamava de Pastor, Apóstolo, Doutor, Sua Santidade ou Alteza, mas para minha surpresa ele abriu um sorriso de orelha a orelha e fez pose, dizendo que a foto sairia bem melhor de perto. A reunião veio abaixo, claro, todos riam e aplaudiam aquele ser tão acessível e encantador.
Acontecimentos assim, somados à esperta e poderosa estratégia de marketing que Terra Nova usa para transmitir suas idéias, atraem para ele quatro tipos de pessoas:
  • As carentes de uma figura forte (o povo simples que chora ao chamá-lo de pai).
  • As que desejam aprender o modelo para utiliza-los em seus próprios ministérios falidos.
  • Aquelas que desejam viver uma espécie de comensalismo espiritual, que vivem de abrir e fechar notebooks para ele pregar, ganhando transporte e restos alimentares em troca, as rêmoras da Visão.
  • As sadomasoquistas espirituais. É tanta punição, tanto sacrifício, tanta submissão, que fica óbvio que muita gente se adapta a esse modelo porque gosta de sofrer. As interpretações enfermas do tipo “hoje eu levei um peniel do meu discipulador, então me agüentem que lá vou eu ensinar o que aprendi.”, eram a tônica das ministrações.
Pode acreditar que essas quatro classes de pessoas representam a grande maioria.
3) A concupiscência da carne, concupiscência dos olhos e a soberba da vida
O conceito da Visão Celular mexe demais com o ego, é sedutor, encantador, promissor, põe a imaginação lá no topo, puro glamour. A ganância que existe dentro do ser humano é o tapete vermelho por onde a desgraça caminha. Essa tem sido uma das causas pela queda de tantos e tantos pastores, por causa das promessas de sucesso rápido e infalível.
Renê não sabe com quem está lidando, mas é com gente!
Ele talvez ignore (não que ele seja ignorante) que cada ser humano é um universo e que as informações vão reproduzir respostas completamente inesperadas em cada um.
EU ASSISTI, na terra do Terra Nova, o “tristemunho” de uma discipuladora que, para confrontar e educar uma discípula, havia chegado à loucura de bater nela, para que a mesma parasse de falar em morrer. Esse é o argumento dos incapazes, dos que não conseguem levar cada triste, cada suicida ou deprimido às garras da graça de Cristo, mas que querem se fazer os solucionadores das misérias do povo.
Eu tenho até hoje péssimas colheitas dessa péssima semeadura, assumo meus erros e me arrependo profundamente de cada um deles:
  • Quase perdi Jesus de vista
  • Minha família ficou relegada ao que sobrava de mim.
  • Minha filha mais velha, hoje com 23 anos, demorou um bom tempo para me perdoar por eu ter repartido a maternidade com tantas sanguessugas que me usavam para satisfazer sua sede de poder.
  • Minha mãe teve dificuldade para se abrir comigo durante muito tempo porque, segundo ela, só conseguia me ver como a Pastora dura e ditadora. Tenho lutado diariamente para que ela me veja somente como filha.
  • Fui responsável por manter minha Igreja em regime escravo (mesmo que isso estivesse numa embalagem maravilhosa), por ajudar a alimentar a ganância de muitos, por não guardá-los dessa loucura.
  • Colaborei com a neurotização da fé de muitos, por causa da perseguição desenfreada pela perfeição e por uma santidade inalcançável.
  • Fiquei neurótica eu mesma, precisando lançar mão de ajuda psicológica devido a crises interiores inenarráveis, ao passo que desenvolvia uma doença psíquica de esgotamento chamada Síndrome de Burnout*, hoje sob controle.
  • Vendi a idéia da aliança incondicional do discípulo com o discipulador, afastando sutilmente as pessoas da dependência de Deus.
  • Invadi a vida de muitos a título de discipulado, cuidando até de quantas relações sexuais as discípulas tinham por semana, sem que isso causasse ofensa ou espanto.
  • Opinei sobre o que o discípulo deveria comprar ou não, tendo “direito” de vetar o que não achasse conveniente. A menor sombra de discordância por parte do discípulo era imediatamente reprimida, sem qualquer respeito. Quando isso acontecia os demais tomavam como exemplo e evitavam contrariar o líder.
  • Aceitei que fosse tirada do povo a única diretriz eficaz contra as ciladas do diabo: a Bíblia. Não que ela não fosse utilizada, mas isso era feito de forma direcionada, para fortalecer os conceitos da Visão. Paramos de estudar assuntos que traziam crescimento para nos tornarmos robôs de uma linha de montagem, manipuláveis, dogmatizados.
  • Fomentei a disputa de poder entre os irmãos ignorando os sentimentos dos que iam ficando para trás.
  • Perdi amigos amados e sofri demais com estas perdas. Alguns criaram um abismo de medo, que é o de quem nunca sabe se vai ganhar um carinho ou um tapa, um elogio ou um peniel, mas sei que esse estigma está indo embora cada vez mais rápido. Outros me abandonaram porque não aceitaram uma Pastora normal, falível e frágil. Eles queriam a outra, a deusa, aquela que alimentava neles a fome por ídolos particulares.
Dentro da Visão, nossa Igreja esteve entre as que mais cresceram e deram certo na região, mas desistimos porque, acima de todo homem e todo método, somos escravos de Cristo.
Talvez o mais difícil tenha sido a transição do meu eu, a briga daquilo que eu era com o que sou hoje até que se estabelecesse Cristo em mim, esperança da glória.
Prossigo, perdoada pelo meu Senhor, tomando minhas doses diárias de Graçamicina, recriando meu jeito de me relacionar e compreender mais as falhas alheias e as minhas próprias.
Prossigo, reaprendendo a orar e adorar em silêncio, livre dos condicionamentos, admitindo meus cansaços, me permitindo não ser infalível, sendo apenas gente...Pastoragente!
Roselaine Perez, a pastoragente para o Genizah

terça-feira, 9 de novembro de 2010

blog família meu maior patrimônio, lindo texto! TEMOS QUE VIGIAR E ORAR!

FILHOS NÃO SE PERDE NA RUA…

Certo dia, depois de ministrar uma palestra, uma jovem de dezessete anos me procurou e me disse: “Pastor, eu me sinto órfã, com o meu pai vivo em casa. Ele nunca me beijou, abraçou ou me deu um presente no dia do meu aniversário, pelo contrário, um dia muito nervoso ele gritou comigo dizendo, você deveria ter nascido morta menina”.
Se a Bíblia diz que os filhos são como flechas nas mãos do guerreio, que é o pai (Sl 127), significa dizer que de certa forma, o destino da vida dos filhos está na responsabilidade do “pai-guerreiro”. É o guerreiro que dá a direção para suas flechas, é ele quem estabelece o alvo a ser atingido. Quando os pais falham na sua missão em casa, os filhos ficam vulneráveis diante dos desafios a serem enfrentados fora de casa. Sempre digo nas minhas palestras que, o mundo não é um grande parque de diversão, mas sim um campo de batalha. Os pais que exercem sua missão com esta consciência, preparam seus filhos para a guerra. Lembrem-se, filhos super protegidos, amanhã serão adultos fracassados.
Quando os pais plantam no solo fértil do coração dos filhos os princípios básicos da Palavra; investem tempo com qualidade dando atenção personalizada para cada um; ouvem com o coração o coração deles; se preocupam em ser um amigo mais chegado que um irmão para eles e fazem do lar um santuário emocional, dificilmente eles se perdem no mundo. Na maioria das vezes se perde os filhos dentro de casa, porque muitos pais não priorizam os seus filhos em relação aos outros relacionamentos fora. Pense nisso...

Meus filhos, minhas flechas...

Filhos que Deus me emprestou,
Para amar, cuidar e como flechas lançar.
Flechas do bem, do amor, são Flechas do Senhor.
Com fé, dedicação e determinação,
Confesso e declaro,
Nossas flechas não cairão no lugar errado!


www.amofamilia.com.br

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Finados - Quando eu morrer...


Por Pastor Giuliano Coccaro

1 Co 15.19: Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. Desde já fica avisado, quero que um hino seja cantado em meu ofício fúnebre: Júbilo no Céu (número 335 do Hinário Novo Cântico). A 1ª. estrofe diz: “Oh! Que belos hinos cantam lá no céu, pois do mundo o filho mau voltou! Vede o Pai celeste prestes a abraçar, esse filho que ele tanto amou”. Isso mesmo. Um hino bem alegre. Por quê? Para ser diferente? De jeito nenhum. Muito pelo contrário.

A razão é simples, porque sempre trago em meu coração a certeza de que só há morte real quando Deus não faz parte da vida. Fico tranquilo, pois sei que as vontades do finado, via de regra, são respeitadas. Mas deixando as amenidades, vamos ao que interessa. Claro que não a minha morte, pelo menos por enquanto. O que nos interessa é discorrer sobre o nosso destino, aquele contra o qual todos nascem lutando.

Você pode estar pensando que esse papo é deprimente, macabro demais para quem acredita na imortalidade desse corpo corruptível, que traz por detrás de cada ruga um convite inadiável à sepultura. Seja realista, exceto aqueles que serão contemporâneos do retorno de Cristo, cada um de nós receberá o toque das mãos frias da morte a fechar os nossos olhos e a escrever a última página de nossa biografia. Como bem diagnosticou Quevedo (1580 -1645): “O que chamais morrer é acabar de morrer, e o que chamais nascer é começar a morrer, e o que chamais viver é morrer vivendo”.

Diante do aspecto passageiro da existência humana, Jesus declarou: Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam (Mt 6.19-20). Ou seja, trabalhe por algo que vai perdurar e ecoar por toda a eternidade. Pois a vida passa como uma simples neblina.

Outra realidade, além da inconstância de nossa peregrinação, é que a morte aflige o ser humano. A certeza dela, ligada à incerteza da sua hora, é fonte de angústia durante nossas primaveras. Obviamente que com toda razão. O gênero humano não foi criado para morrer. A morte foi um acidente, do qual Adão e Eva tornaram-se protagonistas.

A morte, entretanto, não deve nos assustar. Alguns entenderam assim. Inclusive pessoas que não acreditavam em vida após a morte. Pasme você. Tem gente ateia que enxerga esse momento indesejável pela maioria de nós com bons olhos. Um deles, ganhador do Nobel de Literatura e já finado, José Saramago, escreveu um livro intitulado “As intermitências da Morte”. Ateu convicto, o escritor português entendia a morte como um mal necessário. Imagine se a morte não existisse.

A população aumentaria, os hospitais lotariam (ainda mais), as doenças se alastrariam, e a dor dos agonizantes se perpetuaria, entre outras situações catastróficas. Se um agnóstico consegue acenar para ela desse jeito, qual o motivo de sentirmos calafrios diante da morte face à realidade de nossa ressurreição? A saber, aqueles que estão em Cristo, o primeiro a vencê-la.

A iminência da morte faz o homem pensar. Leva-o a chorar pelo outro, mas a refletir sobre si. Sente-se numa fila única sem saber o número de sua senha. Edgar Morin, sociólogo e filósofo francês, escreveu que “a angústia da morte sobre o espírito humano leva-o a interrogar-se sobre os mistérios da existência, o seu destino, a vida, o mundo”. É verdade. E não por mera coincidência, a Bíblia apresenta respostas positivas aos nossos dilemas existenciais angustiantes. O apóstolo Paulo afirmou em algumas oportunidades sua visão otimista do além, em uma delas declarou: “Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro” (Fl 1.21). No coração de Paulo, partir e estar com Jesus era incomparavelmente melhor (Fl 1.23).

Quando eu morrer, quero que, ao lado do choro da saudade, irradie a alegria da esperança, pois será o meu encontro com Jesus e o tão esperado ingresso na glória dos céus, o paraíso celeste. Quando eu morrer, espero que você não me dê adeus, apenas um até logo ou “te vejo em breve”. Quando eu morrer também não diga que você me perdeu, pois a gente só perde aquilo que não sabe onde está. Eu, em contrapartida, sei para onde vou e com quem vou quando eu morrer, e espero te ver por lá, com Ele.

Quando eu morrer, desejo que ninguém vá me visitar no cemitério, pois não estarei lá. Muito menos pagar aluguel, não pretendo dar despesas depois de morto. Num período em que a morte é lembrada como nunca, pois é o Dia de Finados, faço o estranho desafio para você considerar a possibilidade de sua morte. Junto a isso, Aproveite a vida. Faça cada segundo dela valer a pena. Ame as pessoas, nas palavras do poeta urbano: “como se não houvesse amanhã”. Viva intensamente. Mas quando a morte, enfim, vier chamar, tenha certeza que, nos céus e com o Senhor, você irá morar. Nele, o Autor da Vida.


Fonte: LPC

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Livro interessante!

http://www.scribd.com/doc/9399397/Joshua-Harris-Eu-Disse-Adeus-Ao-Namoro#page197

Jesus Cristo mudou meu viver...

Se isso é Evangelizar...Eu Não Evangelizo!

Se evangelizar é encontrar uma pessoa na rua e com toda cara de pau dizer "Jesus te ama" e dar as costas, eu não evangelizo.

Se evangelizar é tocar hino nas praças e ir para casa se achando o máximo, eu não evangelizo.

Se evangelizar é ir numa marcha para fazer propaganda de igreja e cantores, eu não evangelizo.

Se evangelizar servir para arrastar pessoas para igreja quando tem festinhas com comida e montar esquemas para ela se sentir bem-vinda somente naquele momento, eu não evangelizo.

Se evangelizar é entregar folhetos que serão jogados no chão e criará mais sujeira nas ruas, eu não evangelizo.

Se evangelizar é pregar com base para embutir culpa nas pessoas bombardeando-as com idéias de pecado e conseqüentemente o inferno para os maus e céu para os bons, eu não evangelizo.

Se evangelizar é convencer as pessoas a se protegerem do mundo dentro de uma igreja que acaba se tornando um bunker contra toda guerra espiritual e ofensivas do diabo, eu não evangelizo.

Se evangelizar é sistematizar o Evangelho, eu não evangelizo.

Agora se evangelizar é caminhar junto, estar presente na vida das pessoas, ser ombro amigo, chorar e rir em vários momentos, então eu creio que eu evangelizo.

Afinal entendo que o maior evangelismo de Cristo, foi estar ao lado, foi comer junto e presenciar toda a aflição e alegria do teu próximo.

Creio que evangelizar é sinônimo de relacionamento. O verdadeiro evangelho não é feito de seguidores e sim de amigos.

Portanto, se evangelizar é partilhar o pão nosso de cada dia, eu evangelizo.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Receita para o niver do meu lindo! Brigadeiro de copinho. Huummmmmmm!



INGREDIENTES
3 latas de leite condensado
9 colheres de chocolate em pó
5 caixinhas de creme de leite
200 g de power ball
60 tacinhas descartáveis de 40 ml
60 colherinhas descartáveis

Modo de preparo
Misture o leite condensado
e o chocolate como para fazer um brigadeiro normal.
Mexa sempe até começa a cozinhar e encorpar. Não deixe
soltar do fundo da panela, é pra ficar mais molinho
mesmo, do contrário não rende tanto.
Retire do fogo e acrescente o creme de leite,
misturando bem.
Coloque nas tacinhas até 2/3 da altura e deixe
esfriar.
Na hora de servir, coloque um pouquinho de power-ball
em cada taça e finque a colherinha.Ou Granulado ou bolinhas de chocolate. Delícia!

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

É tempo de chorar e orar pelas igrejas do Brasil!




http://libertosdoopressor.blogspot.com/2010/09/e-tempo-de-chorar-e-orar-pelas-igrejas.html

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

ORKUT! O que Deus diria do SEU!



Li essa postagem desse blog(anterio) hoje e pensei muitas vezes fico triste com o que escrevem no orkut e muitos são pessoas do meu convívio, a tristeza é imensa e fico a pensar o que faria Jesus?
Quem estiver lendo se pergunte o que faria Jesus se visse o seu orkut, ou que tal quando você colocar algo em seu orkut, por que não pensar o Que FARIA JESUS?
Peça ao Espírito Santo para te orientar, pois Ele está aí dentro de vc e te indicando o que é certo
e como devemos proceder!
O Pai da mentira é o diabo sendo ele virtual ou não!
Graça e paz!

ORKUT! O que Deus diria do SEU!

http://ubeblog.ning.com/forum/topics/orkut-o-que-deus-diria-do-seu

Meu corpo é templo do Espírito Santo de Deus!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Quando entrares na terra que o SENHOR teu Deus te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daquelas nações. Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR teu Deus os lança fora de diante de ti” (Deuteronômio 18. 9-12).

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

A bênção da desilusão por Hermes C. Fernandes.

Muitas pessoas buscam segurança na religião. Mas segurança, como uma forma de blindagem contra todos os percalços da vida é uma ilusão. E há muita gente iludida. Vendedores de ilusões não faltam, prometendo uma vida sem nenhum incidente, livramentos no último momento, uma vida realmente blindada. Como se Deus fosse um Super-Homem, sempre a aparecer no último momento para nos livrar a cara. Mas isso é uma ilusão.

Por isso é que é preciso se desiludir. Nesse caso, desiludir-se é uma coisa boa. Não é algo confortável, mas necessário e bom. Mas por não ser confortável, muitos preferem continuar na ilusão. Como aqueles que tiveram a opção de tomar a pílula vermelha e sair da Matrix (no célebre filme de mesmo nome), ou seja, sair do domínio de um mundo irreal, virtual e ilusório. Quem viu o filme, se lembra que alguns decidiram continuar num mundo de mentira. A pílula azul era para continuar na ilusão. A pílula vermelha significava a dolorosa caminhada do conhecimento e da maturidade.

Jesus não vende uma ilusão. Não doura a pílula, não escamoteia sua mensagem com meias palavras. As palavras de Jesus não têm absolutamente nada a ver com a ilusão que muitos procuram, de uma vida sem sobressaltos, rodeada de livramentos, sem enfermidade, sem acidentes, previsível. Ele não parece oferecer segurança para seus discípulos. Segurança existencial sim, mas não aquela segurança como garantia de uma vida absolutamente sem percalços. Ele disse: “No mundo tereis aflições”. Basta olhar. Basta ser um tantinho realista para perceber que a vida é cheia de sobressaltos. O chamado de Jesus é para uma caminhada em que se enfrenta corajosamente a vida em todas as suas dimensões. Eu sei, reconhecer isso dói. É como aquela pessoa que reluta em assumir-se adulta, porque a maturidade tem seus desafios, a criancice exige menos responsabilidades, mas é necessário encarar os fatos.

Para isso é preciso se desiludir. Abandonar a ilusão e encarar a realidade. Não é desencanto, que é o mesmo que desesperança. Mas desilusão, abandono de uma ilusão pueril, infantil, de negação da própria humanidade e da realidade da vida. Mas nunca desencanto, pelo contrário, só quando houver desilusão, ou seja, o abandono das ilusões, poderá haver um verdadeiro encantamento pela vida e uma verdadeira, madura, esperança em Cristo Jesus.

Por isso que há tanta gente desiludida, no mau sentido, com Deus. Na verdade sem nenhuma esperança mais em Deus. Porque lhe prometeram algo que nem Deus prometeu: uma vida blindada.

O convite de Jesus é para uma jornada de fé, em que enfrentamos a vida com coragem. O exemplo dele mesmo é retumbante, sendo Deus feito homem, enfrentou com coragem o calvário, a cruz. Ficamos, pois, num mundo sem garantia alguma? Não, há uma garantia maravilhosa para aqueles que decidem enfrentar corajosamente a vida, sem ilusões: a de que Ele estará conosco todos os dias, até o fim dos dias. E isso não é uma ilusão.

Márcio Rosa da Silva (Via Emeurgência)
Título Original: Abandonando ilusões e encorajando-se para a vida!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Queimar Alcorão não pode!










Achei muito interessante essa postagem do blog Cartas Pastorais e concordo, não tinha visto por esse lado!


Estava marcada para 11 de setembro, data do maior atentado terrorista muçulmano contra os EUA, a queima de exemplares do Alcorão pelo Pr. Terry Jones. O motivo do ato de "intolerância religiosa" seria uma resposta ao desejo de muçulmanos erguerem uma mesquita perto do local do atentado (WTC).
Sofrendo grande pressão inclusive do presidente muçulmano Dearak Obama, teria recebido ligações, inclusive do ministério da defesa (talvez estivessem com medo, porque no 11 de setembro não defenderam nada!) solicitando que voltasse atrás. Bem... essa história tinha tudo para acabar mal!
Felizmente o pastor teve bom senso e desistiu. Melhor queimar escondido mesmo.
Na verdade, tava todo mundo se borrando de medo que o pastor colocasse os planos em prática.
Esta foi um grande vitória islmâmica sobre o ocidente. Não é preciso muito para um adorador de Alá botar medo em um governo democrático. Enfim, quem tem um livro violento como o Alcorão tem toda a razão para cometer os maiores absurdos em nome da fé. Vários protestos surgiram no mundo. Bandeiras queimadas, promessas de ataques, gritos raivosos... e ainda tem gente que acredita que há paz ao lado de Alá.
O mais curioso é o caso do Paquistão, onde manifestantes queimaram bandeiras dos EUA, mostrando que para eles tanto faz um indivíduo ou uma nação. Todos devem pagar pelo erro que uma pessoa comete. Você consegue sentir paz nessa lógica islâmica de ser? A foto ao lado (Khalid Tanveer/AP) mostra este singelo momento. No Paquistão os cristãos são perseguidos e mortos sem o governo tomar qualquer medida - e olha que além de serem aliados dos norte-americanos são considerados um país democrático. Imagine se não fosse. No fim de tudo, uma frase ecoa em minha cabeça:

QUEIMAR O ALCORÃO NÃO PODE.
MAS QUEIMAR CRISTÃOS, PODE!
Eis aí a lógica do islamismo. Vai encarar?
A foto acima é de uma mãe e um filho cristãos queimados vivos no Paquistão pelos piedosos muçulmanos.
Fonte: http://cartaspastorais.blogspot.com

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Achei legal! E aí comentários!

"Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a Sua boa vontade"
(Filipenses 2.13)

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Família, meu maior patrimônio


Blog família, meu maior patrimônio!




Leia até o fim e tente não chorar. Essa mensagem me vez repensar muitas coisas na minha vida e Justificarno meu casamento.

Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da mina mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus examos no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".
Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.
A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.
Mas se escolher enviar para alguém, talvez salve um casamento.
Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

A importância que a bíblia dar a vida saudável!


Boa tarde amigos! Vou publicar nesses dias algumas pesquisas de livros e internet sobre cuidados que devemos ter com os alimentos, o que colocamos no nosso cardápio, não sou nutricionista mas sim, uma curiosa sobre nutrição, vejo em nossos dias tantas pessoas com excesso de peso e tão mal nutridas e tantas doenças degenerativas e cardíacas que já pensei em ser vegetariana!rsrsrs, mas não vamos exagerar, não é! Mas falando sério, tenho tantos amigos e parentes doentes com diabetes e hipertensão, que já perdir à conta, e casos de câncer, muitos... Então resolvir melhorar minha alimentação essa semana, já como frutas e legumes mas pretendo comê-los todos os dias e cada vez mais, colocando nas refeições principais e evitando os doces e açucares refinados, farinhas refinadas, estive lendo são venenos que consumimos e nem percebemos, li em alguns sites vegetarianos fiquei meio na dúvida, por que eles exageram um pouquinho, rsrsrs, ai fico pensando o que come? Não dar para comer vento, e viver dos raios solares, kkkkk, não sou planta, mas temos que pensa nos nossos filhos e netos, quero ver meus netos se assim Deus permitir e tenho que cuidar do meu corpo, da pochete no meu abdomen, que ainda não é uma calamidade mas está saliente, hehehe! E orientar também meus filhos, esposo, futuros netos, amigos e principalmente além de cuidar da alimentação preservar o planeta Terra.
Hoje estive no supermercado e vi alguns produtos, muito caros por sinal a quinoa, caríssima, mas sinceramente, às vezes gastamos muito mais com pizzas e sobremesas. Que tal uma comida japonesa, no extra, quem nunca comeu vai com fé que é uma delícia! Eu amo comida japonesa! Tem as frutas e os legumes, o leite de soja com sabor baunilha, a farinha integral, um belo arroz com cenoura ralada refogada com um queijo tipo ricota ralado no final, com orégano fica, fica muito bom, estou tentando comer o arroz integral, mas ainda não aprendi a comê-lo, um dia consigo. Sim, vou falar dos queijos isso é muito importante! Tente comer sempre queijos brancos! Deixei anteriormente algumas dicas sobre o mel, tome uma colher uma vez por dia e der a seus filho, também!

Devemos cuidar do espírito e também do nosso corpo!



O mel é um alimento energético de alta qualidade. A ingestão de mel permite uma alimentação imediata e intensiva de todo o sistema muscular, especialmente os músculos do coração, através da glicose invertida.

Por outro lado, a frutose, o açúcar das frutas, existente em grande quantidade no mel, é armazenado no fígado na forma de glicogênio para ser utilizada quando o organismo precisar. Por isso é uma fonte energética muito importante para os atletas e para os idosos.

O mel possui a maioria dos elementos minerais essenciais para o organismo humano, especialmente os oligo-minerais ( ex. selênio, manganês, zinco, cromo, alumínio). Estes oligo-minerais tem um papel semelhante às velas de ignição de um carro, no processo químico da vida.

As suas propriedades anti-sépticas provêm da presença de ácidos orgânicos, por exemplo, o ácido fórmico e principalmente da peroxidase, formada a partir da glico-oxidase. Por ação da peroxidase, forma-se oxigênio nascente que impede o desenvolvimento de bactérias e bacilos.

Pela ação desta enzima e pela sua grande osmoralidade, o mel com baixa umidade está sempre isento de bactérias.

O mel protege o fígado, promovendo a regeneração de suas células e prevenindo a formação do fígado gorduroso (cirrose hepática).
O mel tem propriedades de laxante suave e é muito eficaz no tratamento das doenças respiratórias.

Uma administração regular de mel, ajuda a prolongar e dar uma melhor qualidade de vida aos idosos

O mel não deve ser aquecido acima de 40o C, para não destruir suas enzimas. Quando se desejar descristalizá-lo, deve-se colocá-lo em Banho Maria à 40°C (calor suportável quando se põe a mão dentro da água) e descristalizá-lo lentamente.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Tá na Bíblia!

"Entrem pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela), porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela.”
(Mateus 7:13-14)

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Devemos cuidar do nosso planeta!

Blog do Hermes C. Fernandes.
De acordo com a opinião do físico Stephen Hawking, só haveria uma maneira de evitarmos a extinção da humanidade: abandonar a Terra nos próximos 100 anos.

"Eu vejo grandes perigos para a raça humana." A solução, segundo ele, é abandonar o planeta e se espalhar pelo espaço.

Em entrevista ao site "Big Think", Hawking, que ocupa a cátedra antes ocupada por Einstein, disse que existem muitas ameaças atualmente: guerras, a exploração excessiva dos recursos naturais e a quantidade exagerada de gente vivendo no planeta.

Além disso, ele aponta outro risco:"Se alienígenas nos visitassem agora, o resultado seria muito parecido com o que aconteceu quando Colombo chegou à América: não foi nada bom para os povos nativos".

"Esses alienígenas avançados talvez sejam nômades, procurando conquistar e colonizar quaisquer planetas que eles consigam alcançar."

Apesar destes prognósticos aterrorizantes, ele se diz otimista: "Fizemos muito progresso nos últimos cem anos. Se quisermos ir além dos próximos cem, o futuro é o espaço."

O problema são as distâncias: a estrela mais próxima da Terra, depois do Sol, está a mais de quatro anos-luz (espaçonaves atuais levariam 50 mil anos para chegar lá).

Hawking é preciso no diagnóstico, mas não o é no prognóstico. Como cristãos, cremos na providência divina, e na responsabilidade da igreja em conscientizar a humanidade quanto aos cuidados devidos à criação. É possível reverter o quadro caótico em que nosso planeta se encontra.
Alguns cristãos poderão simplesmente dizer: Não temos com que nos preocupar. Afinal, este planeta está destinado a acabar mesmo. Nosso destino são as moradas celestiais.
Apesar de respeitar tal posicionamento, confesso que ele me causa certo incômodo, que beira à indignação.
Basta um exame mais acurado das Escrituras para concluir que esta postura não recebe seu endosso.
Veja, por exemplo, o que diz o salmista:
"Os céus são os céus do Senhor; mas a terra a deu aos filhos dos homens" (Sl.115:16).
Este pequeno planeta do sistema solar foi confiado à raça humana e tem sido compartilhado com milhares de espécies animais e vegetais. Deus não o fez para a destruição. E por isso, vai requerer de nós os devidos cuidados para com ele e sua biodiversidade.
Engana-se quem pensa que Deus planeja riscá-lo do mapa cósmico. Em vez disso, a ira de Deus é destinada àqueles que "destroem a terra" (Faço questão que você verifique o texto: Ap.11:18). Em vez de cuidar, conservar e desenvolver com responsabilidade os recursos naturais, em nossa ânsia consumista, estamos destruindo a Terra. Consumimos mais recursos naturais do que a natureza é capaz de repôr.
Posso garantir, fiado na providência, que esta terra sobreviverá a todos os cataclismos que porventura a atingirem. O sábio Salomão é quem declara: "Uma geração vai, e outra geração vem, mas a terra permanece para sempre" (Ec.1:4).
Não é a terra que corre riscos de ser extinta, e sim a humanidade. Tornamo-nos numa espécie de praga apocalíptica. De nada adiantará mudarmos de planeta, se não mudarmos de atitude. Qualquer planeta que colonizarmos será igualmente depredado por nossa ganância. Por isso, concluo que não há porque temer uma invasão alienígena. Dificilmente uma civilização extraterrestre nos superaria neste quesito.
Os cataclismos nada mais são do que a reação enfurecida da natureza à gestão humana. No dizer de Paulo, são gemidos da criação submetida à nossa vaidade (Rm.8:20-22).
Deus que livre o Universo de ser colonizado pelo homem. Já não é suficiente o que estamos fazendo ao nosso próprio lar?
Só há uma maneira de se evitar o pior. O homem precisa converter-se ao Criador, e assim, amar e cuidar da criação. Somente a fé em um Deus Criador é capaz de resgatar a sacralidade de Sua obra. Quem ama o Criador, cuida da criação.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Política Nacional de atenção às Urgências.

Livro muito bom recomendo! Aos colegas e aos curiosos!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Um pouquinho de saúde, cuidar do físico é importante!




Como a Nutrição pode refletir-se na sua beleza?

Sabemos que a alimentação interfere diretamente em nossa saúde, já que fornece os nutrientes necessários para o bom funcionamento do organismo, permite uma boa resposta imunológica frente às doenças, permite disposição e concentração no trabalho. Da mesma forma reflete-se em nossa beleza. Somos um retrato do que comemos. Este artigo trata de alguns aspectos nutritivos envolvidos com a formação e manutenção de pele, unhas, cabelo e outros.

Cabelo e unhas
O consumo de proteínas (carnes magras, ovos, leite, soja) deficiente pode levar ao enfraquecimento de unhas e cabelos. Unhas esbranquiçadas e quebradiças podem ser indicadores de carência de cálcio, zinco e magnésio.


Boas fontes alimentares para suprir estes nutrientes são feijões, cereais integrais, brócolis, sementes de abóbora, frutos oleaginosos. A queda de cabelo pode ser melhorada com o consumo de alimentos ricos em ômega três e seis, presentes em peixes de água salgada, alimentos ricos em complexo B, como cereais, germe de trigo, frutos oleaginosos, além das carnes vermelhas.


Pele
A pele evidencia bastante a sua hidratação, para que ela fique com uma aparência saudável, mantenha-se bem hidratada, em geral precisamos beber, no mínimo, 2 litros de água por dia. Atenção com os alimentos ricos em sal, como produtos desidratados, embutidos, enlatados, pois podem aumentar a necessidade de consumo de água. Sem estes cuidados, sua pele poderá ter uma aparência desidratada, especialmente no verão, onde nossas perdas de líquidos aumentam.

A acne, mais comum na época da puberdade, pode ser diminuída ou mesmo evitada com a redução de frituras, que estão associadas a desequilíbrios hormonais. Dietas ricas em abacate, vitamina E, óleos vegetais de girassol e canola e castanhas, ajudam a combater a acne.

O aparecimento de rugas é uma questão de tempo, porém podemos prevenir ou retardar sua presença com hábitos saudáveis, como evitar grande exposição ao sol. No tocante a alimentação, devemos evitar frituras, em geral e gorduras saturadas, que são frequentes em alimentos de origem animal. Elas aumentam a oxidação das células, formando radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento. O consumo de alimentos ricos nas vitaminas antioxidantes A, C e E, pode ajudar a retardar este processo, são exemplos: verduras, legumes, frutas cítricas, espinafre, rúcula, abóbora, leite desnatado, ovos, iogurte.


Rachaduras nos pés e calcanhares
O aparecimento de rachaduras pode ser associado a uma proliferação de fungos elevada no organismo. Para combater estes efeitos é importante consumir alimentos ricos em biotina, como soja, fígado e ovo.

Celulite
Podemos prevenir seu aparecimento selecionando o tipo de gordura que consumimos, por exemplo, dar preferência ao óleo de girassol, canola e azeite. Controlar o consumo de sódio, comendo pouco sal, já que este mineral atua no mecanismo de controle de água do organismo e pode levar ao acúmulo de líquidos.

Vasinhos
O aparecimento de varizes e vasinhos pode indicar problemas na circulação sanguínea, invista no consumo de selênio e vitamina E, que ajudam a combater o LDL, colesterol ruim, consumindo castanhas, amêndoas, abacate e faça exercícios.

Estas são algumas orientações para manter-se bem, saudável e bonita.
Aproveite!


Profa. Márcia Pimentel

terça-feira, 27 de julho de 2010

Dia do Homem- 15 de julho - Vocês sabiam?


Achei o texto muito bonito do site da Universidade da Família, aos homens meus parabéns!

Da Redação UDF
*Por Norma Barradas
"Quando comentava com minha filha Damaris a respeito do outdoor colocado na entrada da cidade de Pompeia-SP, sugerindo um presente pelo dia do homem, ouvi dela a seguinte frase: ‘Por que dia do homem, se eles sempre foram os donos da bola?’. Este pensamento, reconheço com pesar, é partilhado por milhares de pessoas.

Não sei se por revolta, se por dores escondidas na alma, desdém ou desprezo pela figura colocada na terra para refletir o criador, o fato é: seja por palavras, seja por atos, há décadas o papel do homem vem sendo subestimado, diminuído, sendo alvo de piadas, deboches, achincalhadas. Relegado a mero expectador que ri de si mesmo, o homem tem se encolhido e se calado.

A mulher tem sido exaltada como guerreira, batalhadora – papeis destinados por Deus ao homem; bandeiras de luta pelos animais, plantas e entre outras têm sido levantadas, no entanto, não se vê bandeiras serem hasteadas promovendo a hombridade, conclamando homens a serem homens no sentido pleno da palavra e não apenas como os nascidos do sexo masculino.

Reduzir o papel do homem a mero reprodutor é rebaixá-lo, humilhá-lo, é desprezar todo seu potencial, seu papel imprescindível e insubstituível de abençoador, protetor, provedor, roubando dele a dignidade e a posição de honra na criação, na família e na sociedade. Ao fazer isso, as pessoas desprezam uma grande verdade: homem também tem sentimentos.

Cada vez mais mulheres assumem cargos e posições antes restritos aos homens (nada contra a ascensão feminina), mais mulheres ingressam nas faculdades e cursos técnicos, porém nada disso seria motivo de crítica se não viesse acompanhada de atitudes egoístas, de sentimentos de vingança pelo tempo em que eram correntes as frases discriminatórias e mordazes que diziam que a mulher deveria ‘esquentar a barriga no fogão, e esfriar no tanque’ ou que “lugar de mulher é na cozinha”. Poderiam ser uma ascensão inspiradora se não viessem acompanhadas de críticas sobre a atuação, atitudes e posições do homem, ou por piadinhas que coloquem em dúvida a masculinidade do homem ou comparando-o às mulheres (‘basta qualquer dorzinha e ele parece que vai morrer, queria ver você ter um filho’).

Ao homem, com a queda, foi dada a capacidade para subjugar, dominar, aguentar o trabalho duro e árduo, intempéries e pressões; para a mulher foi lhe dada a capacidade para suportar dor (Gn. 3.16-19). Que tal se ao invés de lutarmos um contra o outro lutássemos juntos para que tanto homens quanto mulheres descobrissem, assumissem e fossem vitoriosos na missão exclusiva que cada um recebeu de Deus? Que tal se, conscientes da cilada demoníaca na qual temos caído que visa diminuir, denegrir e menosprezar o papel que a figura masculina tem na criação, nos arrependêssemos e tomássemos a posição de orar para que Deus trabalhasse e mudasse o que precisa ser mudado neles e em nós?

Parafraseando o Dr. Edwin Louis Cole, em seu livro Mulher Única: ‘Nenhuma mulher precisa de um homem perfeito se tiver uma perfeita confiança em Deus’. Não, não pense que quero colocar o homem num pedestal – fomos igualmente criados por Deus. Quero apenas e unicamente colocar o homem no lugar que é dele por direito de criação, nem acima, nem abaixo, mas como aquele a quem Deus delegou uma missão de ser aqui na terra o ‘tipo de Deus’, isto é, a primeira imagem de Deus para aqueles que estão sob seus cuidados. Lembre-se: homem também tem sentimentos.

Neste dia, 15 de Julho, data em que se comemora o Dia do Homem**, quero desejar que uma porção especial de graça seja derramada no coração de todo homem, porções de habilidade para compreender, para se fazer entender, porções de ousadia nas decisões, de fé para avançar, de determinação para vencer os obstáculos, de amor, carinho, respeito e honra. Homens, vocês têm em Deus um aliado especial nesta jornada e Ele diz a vocês: ‘Clame a mim e responder-te-ei e anunciar-te-ei coisas grandiosas e insondáveis que você não conhece.’ (Jr. 33.3). Deus em você vê um vencedor!"



* Texto de: Norma Suely O. Barradas de Souza – diretora do Ministério Educação de Filhos – GFI. Norma é casada com Pr. Dinart Barradas e mãe de duas filhas, Damaris e Helena.

Colaboração: Helena Barradas